Sidarta sob a árvore Bodhi

Olhando de fora a gente pensa: será que o Júnior é um cara estressado? Será que ele tem problemas, angústias, contas para pagar?
A impressão que fica, na paz que ele passa, é que não. Se os há, são lá dele. Nada é comunicado, se não tranqüilidade.
Sentado em sua cadeira alta, ali está ele. Trabalhando, produzindo, materializando uma das partes mais importantes do desafio que é o produto final. Sempre zen: quantas vezes tenha de mostrar de novo a mesma cena, sorrisos só.
Nas gavetas e armários? Biscoitos e guloseimas. A satisfação garantida é que dá aos gordinhos, esse ar generoso, confiável. Não é à toa, a imagem do Buda que nos chegou.
Júnior fica ali. A espera da iluminação que vem. E já está chegando, reparem o brilho de seu olho. O caminho do meio é a mudança. E a árvore Bodhi, aqui, o sorriso de Déda.


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