O apanhador de sons.

Você acha que quem ensinou o Beto M. a surfar foi o Rico, certo? Errado. Pelo menos em Aju, o responsável por essa proeza foi o Ney, Edney. O mais carioca dos sergipanos.
Na primeira manhã que me perdi, ele disse assim: “Bróder, o point é ali no havaizinho, você rema até ficar de bequesaide, faz um grabirreil, dá um cutebeque, dropa na rabeira e manda um teilslaide”. Eu não entendi nada, mas acho que foi mais ou menos isso. Ou alguma coisa parecida.
Rapaiiiiz! O cara é cheio de malandragem. Daqueles que ensina pulga a dar saltos ornamentais e ainda cobra entrada dos passantes. Capaz de passar uma gota d`água, com um nó, por um buraco de agulha.
Mas a malandragem, a verdadeira malandragem, ele mostra de posse da mesa de som. Seja o Xima no micro infame, Lobinho no seu violáceo ou o alegre Alegria teclando, Ed tá ali para capturar. Tudo vira risquinho na sua tela e ele com o mouse-tesoura enxuga as respirações, fazendo tudo ficar nos trinta segundos certos.
Bom humor e simpatia são seus pontos fortes. E haja paciência para agüentar as TPMs do Ximenes. Rarará.
Que o Ed, além de apanhar os sons, saiba apreender os sonhos, os nossos sonhos. E a mudança, com Déda, vire realidade.


1 Comments:
Mandou no texto!
Esse é meu amigo, mesmo!
Post a Comment
Links to this post:
Create a Link
<< Home