A mãe dos pobres... de espírito.

Nossas boas-vindas, a Aracaju, foram dadas por Dona Nida. Com um sorriso atilado, ela nos abriu as portas, mostrou a WG, instalou, serviu café e água e nos fez sentir em casa.
Acho que falo por nós quatro estrangeiros da primeira leva, pensei: “se todos tiverem esse astral, será uma campanha boa de fazer”. Não me enganei.
Dona Nida é do tipo que sempre bate na porta antes de entrar. Por mais que eu e o Ximenes digamos: “não se preocupe, querida, a gente nunca se beija na boca aqui na produtora”.
Ela está por todos os cantos, verificando se as coisas estão certas, limpas e cheirosas. É irmã do Genaldo que trabalha no nosso hotel e nos dá a maior guarida, tipo se empenhando em nos passar para os melhores quartos. E ainda não a vi de mau humor. Nem quando os pirangueiros se negam a pagar um Picuí de mangaba.
Se nós quatro (Xima, Pauly, Beto e eu) ainda estamos vestidos é graças a ela. Que nos indicou a Santa Fátima que lava, engoma e passa nossas roupas com o maior carinho.
Para mim, Dona Nida é um símbolo dos que fazem essa campanha por trás das câmeras. Discreta, profissional, disponível e alegre. Bem-aventurados os que a têm por perto, pois nosso será o Reino dos Céus.


1 Comments:
Conheci dona Nilda em 2004, na campanha de reeeleição do nosso Déda. Até hoje fico impressionada com a sua capacidade de organização...
Sempre atenciosa, sempre prestativa, sempre com um sorriso largo no rosto.
Viva a essa gente da mudança!
Bjs a todos
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